O Novo Homem

"Não tenho medo da morte. Antes tenho medo da minha mente"

sexta-feira, março 31, 2006

A importância de um olhar puro sobre nós mesmos

O Nosso Sol (Extreme Ultraviolet Imaging Telescope)

"A Terra, que antes da vinda do Cristo se encontrava fora da aura de influência Solar (a sua influência era mínima), com a vinda do Cristo tornou-se tangencial (isto é, a aura psíquica da Terra, o anel «não passa» terrestre tornou-se tangencial à aura de influência Solar). E com a ascensão da Terra a uma nova dimensão, a aura da Terra intersecciona-se, torna-se secante com a aura Solar.

O que é que isto significa?

Que o poder do Amor irá gritar através das pedras (…).

O Novo Amor não vem apenas de cima, como uma revelação trancendente, mas vem até de baixo, das pedras! (…) Vem através até mesmo da estrutura atómica. A matéria, o reino vegetal, os reinos vão começar a exprimir essa serpente dourada que vem do Sol.

E para que a Terra possa ancorar uma nova onda de Amor, para que possa assimilar uma nova voltagem de Amor… o amor que nós conseguimos gerar a nível humano não serve. Esta boa vontade não serve. Este amor humano não serve. Nunca houve tanta boa vontade neste planeta. Mas isso não está a resolver a situação planetária. Está a adiar certas clivagens, certas fendas.

O que nós precisamos aqui… é de um Ser que conquistou uma sinceridade para com o olhar profundo, com aquele olhar que vem de dentro, esse olhar que diz «Entrega-te a Mim».

O problema não é eu canalizar um Mestre Ascenso. O problema é eu canalizar-me… a mim mesmo! É eu permitir que a Luz Integral, toda a luz que Eu Sou, passe através desta estrutura, desta pequena e frágil estrutura humana. Porque nós seleccionamos a Luz. Nós filtramos a Luz. Nós negamos a Luz. Nós traímos a Luz. Nós rejeitamos a Luz integral! Nós temos medo da Luz.

Eu preciso de descobrir esta dilatação que a sinceridade profunda gera no meu interior.

Quando o que vem de fora já não mais provê alimentação energética, nesse momento tu claramente estás a receber as injecções de fogo vindas da tua Mónada. O Divino ancora em nós na proporção da forma como nós devolvemos o olhar transparente.

E eu preciso desta sinceridade, sem a qual a força não desce."

(excerto de «O Poder da Entrega», André Louro de Almeida)

1 Comments:

At 9:30 da tarde, Anonymous Anónimo said...

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