O Novo Homem

"Não tenho medo da morte. Antes tenho medo da minha mente"

quarta-feira, abril 19, 2006

Há tanta gente no Mundo. Tanta gente a pensar coisas diferentes. A ter sonhos diferentes. Missões diferentes. Sentimentos diferentes. E é nos limites da diferença que se encontra a igualdade. E depois fico a pensar que afinal somos todos iguais. Que, pelo menos, aquilo que realmente É existe dentro de todos nós.
E depois vejo o Homem, que parece que acha que não somos todos irmãos apesar de, ao mesmo tempo, todo o Homem saber e sentir que somos todos filhos do mesmo Pai e da mesma Mãe. É por isso isso que eu digo: "irmão Bush, deixa de ser burro! Deixa lá o petróleo e vai apanhar umas ondas para a Califórnia. Eras mais feliz...". O mesmo para ti, Mahmud Ahmadinejad... vê lá se abres os olhos e percebes que melhor que enriquecer urânio é comprar um telescópio e olhar para as estrelas...

E agora, para me contradizer e usar uma frase que me enviaram num certo forward e-mailico, aqui fica Paulo Coelho para a posteridade:
"Uma coisa é você achar que está no caminho certo e outro é achar que o seu caminho é único. Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia."
Para acabar, um grande bem-haja a todos aqueles que levam a sério o que é para levar a sério...

sábado, abril 08, 2006

Num Antigo Mosteiro Budista...


"Num antigo mosteiro budista, um jovem monge questiona o Mestre:

- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto revolta perante as que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.

- Pois vive como as flores, advertiu o Mestre.

- Como é viver como as flores?

- Repara nas flores, continuou o Mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, mas entretanto são puras e perfurmadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo o que lhes é útil e saudável... mas não permitem que a terra manche o frescor de suas pétalas. Até pode ser justo angustiares-te com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros te importunem. Os defeitos deles são deles e não teus. E se não são teus, não há razão para aborrecimentos. Exercita pois, a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora. Isso é viver como as flores"

Autor desconhecido